Bauru monitora coleta de lixo após fim das sacolas plásticas

A Emdurb, empresa  gerenciadora da limpeza pública no município de Bauru, está realizando um trabalho de monitoração do serviço de coleta de lixo domiciliar na cidade após o fim do fornecimento de sacolinhas plásticas pelos supermercados. Além disso, a instituição vem estudando o comportamento dos munícipes em relação a essa mudança.

Nesta primeira semana de análises, observou-se um aumento considerável de resíduos acondicionados em caixas de papelão, o que gerou problemas após as chuvas que caíram nos últimos dias, e que molharam os recipientes, causando transtornos na hora do recolhimento do material. Na última segunda-feira, a Emdurb detectou um problema generalizado nos setores da cidade quanto ao acondicionamento indevido de lixo domiciliar.

Para realizar a coleta diária dos objetos, a Emdurb segue o Código Sanitário Municipal, Lei Alteradora 3986, de 14 de dezembro de 1995, artigo 27: "O lixo domiciliar a ser coletado regularmente deve apresentar-se embalado em sacos plásticos, com capacidade máxima de 100 (cem) litros (...)".

A preocupação da Emdurb é com o lixo acondicionado a granel, em caixas de papelão e misturado com objetos recicláveis, pérfuro-cortante, entre outros, o quê dificulta a coleta, pois podem espalhar-se pela calçada e ocasionar o aparecimento de vetores, resultando no aparecimento de doenças, como a leishmaniose e a dengue, por exemplo.

Além disso, o descarte errado dos resíduos sólidos, pode provocar acidentes com os coletores de materiais pontiagudos. Outro fator que preocupa a empresa consiste no aumento do volume de lixo a serem compactados nos caminhões, resultando em mais viagens ao aterro sanitário, onerando a operação do serviço.

A Emdurb recomenda que a comunidade adquira sacos plásticos com capacidade máxima de até 100 litros para o correto acondicionamento dos resíduos.

Via: DCI

Bauru monitora coleta de lixo após fim das sacolas plásticas

A Emdurb, empresa  gerenciadora da limpeza pública no município de Bauru, está realizando um trabalho de monitoração do serviço de coleta de lixo domiciliar na cidade após o fim do fornecimento de sacolinhas plásticas pelos supermercados. Além disso, a instituição vem estudando o comportamento dos munícipes em relação a essa mudança. 

Nesta primeira semana de análises, observou-se um aumento considerável de resíduos acondicionados em caixas de papelão, o quê gerou problemas após as chuvas que caíram nos últimos dias, e que molharam os recipientes, causando transtornos na hora do recolhimento do material. Na última segunda-feira, a Emdurb detectou um problema generalizado nos setores da cidade quanto ao acondicionamento indevido de lixo domiciliar. 

Para realizar a coleta diária dos objetos, a Emdurb segue o Código Sanitário Municipal, Lei Alteradora 3986, de 14 de dezembro de 1995, artigo 27: "O lixo domiciliar a ser coletado regularmente deve apresentar-se embalado em sacos plásticos, com capacidade máxima de 100 (cem) litros (...)".

A preocupação da Emdurb é com o lixo acondicionado a granel, em caixas de papelão e misturado com objetos recicláveis, pérfuro-cortante, entre outros, o quê dificulta a coleta, pois podem espalhar-se pela calçada e ocasionar o aparecimento de vetores, resultando no aparecimento de doenças, como a leishmaniose e a dengue, por exemplo. 

Além disso, o descarte errado dos resíduos sólidos, pode provocar acidentes com os coletores de materiais pontiagudos. Outro fator que preocupa a empresa consiste no aumento do volume de lixo a serem compactados nos caminhões, resultando em mais viagens ao aterro sanitário, onerando a operação do serviço.

A Emdurb recomenda que a comunidade adquira sacos plásticos com capacidade máxima de até 100 litros para o correto acondicionamento dos resíduos.

Via: DCI

Prédios acumulam lixo reciclável por falta de coleta

Os condomínios da cidade de São Paulo têm acumulado lixo reciclável por falta de coleta seletiva. A demanda está cada vez maior, mas a estrutura da Prefeitura, com 21 centrais de triagem, não consegue atender ao processamento diário de todo o material produzido na capital. Os síndicos jogam o lixo que poderia ser reciclado com os detritos comuns.

De 2009 para 2011, o volume médio de resíduos coletados diariamente na cidade de São Paulo teve um aumento de 12,5%. Passou de 16 mil toneladas por dia para 18 mil. A quantidade de itens enviados para a reciclagem, porém, continua por volta de 1% do total. Passou de 120 toneladas (0,71%) por dia em 2009, para 214 (1,13%) em 2011. "O ideal é que a cidade estivesse reciclando cerca de 25% do total do lixo produzido", disse a arquiteta e urbanista Nina Orlow, da Rede Nossa São Paulo. De acordo com Nina, a cidade precisa fazer um estudo gravimétrico (separação e pesagem) do lixo coletado diariamente, o que traduz o porcentual de cada componente recolhido.

O Edifício Copan, no centro da capital, que tem cerca de 5 mil moradores, chega a produzir 75 toneladas de lixo por mês. Desse total, consegue enviar para a reciclagem 15 t. O prédio também tem encontrado dificuldades na hora da coleta do material reaproveitável. "As cooperativas nem sempre funcionam. Como sou grande gerador de lixo, fiz uma parceria com uma ONG para a coleta, mas tem semanas que eles não recolhem o material reciclável e ele fica se acumulando na garagem", disse o síndico do condomínio, Affonso Celso Prazeres de Oliveira, de 73 anos.

Procon alerta comerciantes sobre a distribuição gratuita das sacolas plásticas

Diretor  do órgão enfatiza que consumidor  não pode aceitar  cobrança
para transportar embalagens

O diretor da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor  (Procon)  de  Guarulhos,  Jorge Wilson, fez  esta segunda-feira um alerta para os  comerciantes  do  município  em relação à distribuição gratuita das sacolas plásticas, que é  um direito  do  consumidor  e  um dever  do estabelecimento,  que  tem  a  obrigação  de finalizar  a prestação de serviço fornecendo a embalagem.


Wilson  explicou  que  a  entidade  apóia  a questão ambiental das sacolas plásticas, mas que o fornecedor deve cumprir e se  adequar  à  legislação  federal  e  municipal,  oferecendo  embalagem sem custo ao cidadão.  "O consumidor  não pode se intimidar com a situação e também não deve aceitar  cobrança e nem o transporte de mercadoria  em caixas  de  papelões,  que  apresentam índices  elevados  de
coliformes fecais".

A lei municipal 6.186, de 23 de outubro de 2006, institui a obrigatoriedade do fornecimento  de  sacolas  plásticas  e  serviço  de  acondicionamento  de mercadorias  em  supermercados,  hipermercados,  atacadistas  e estabelecimentos varejistas congêneres. Inclusive,  o  artigo  3º  estabelece  que  para  cada  máquina  registradora  em operação,  haverá  pelo  menos  um empregado  encarregado  da  tarefa  de embalar  os produtos nas sacolas plásticas.  Conforme lei  federal  8.078/90 - Código  de  Proteção  e  Defesa  do  consumidor,  no  artigo  39,  é  vedado  ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas, exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva. "Temos  recebido  muitas  reclamações  por  causa  da  cobrança  abusiva  das sacolas plásticas e da falta de fornecimentos de embalagens gratuitas. Deste modo,  vamos fiscalizar  os estabelecimentos e  mediante  qualquer  denúncia realizaremos o auto de constatação, na reincidência o comércio será multado sobre o valor do faturamento", comenta Wilson.


Via: Guarulhos Web

Plastivida questiona se direito do consumidor tem prazo de validade

Termo assinado pelos órgãos de defesa do consumidor e pela Apas tira, em 60 dias, o direito da população contar com sacolas gratuitas nos supermercados

Após inúmeras manifestações de descontentamento da sociedade, cartas de leitores em jornais, artigos, testemunhos técnicos, divulgação de estudos científicos, intenso movimento em redes sociais e reportagens, a Associação Paulista de Supermercados (APAS) se viu obrigada a recuar em seu plano de banimento das sacolas plásticas.

O Ministério Público/SP, a Fundação Procon/SP e a APAS assinaram um TAC – Termo de Ajustamento de Conduta - pelo qual os estabelecimentos se obrigam a fornecer gratuitamente, pelos próximos 60 dias, sacolas plásticas para o transporte dos produtos adquiridos pelos consumidores. Esse período foi fixado para a conscientização dos consumidores de que, a partir de abril, os supermercados não fornecerão mais nenhum tipo de sacola. Os supermercados também ficam proibidos de distribuir caixas de papelão contaminadas.

A Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, entidade que trabalha pela educação ambiental voltada para o consumo responsável e descarte adequado dos plásticos, questiona o real motivo da distribuição gratuita durar apenas 60 dias. O direito do consumidor tem prazo de validade? Em 60 dias o Código de Defesa do Consumidor, que baseou a decisão da distribuição gratuita, será "rasgado"?

O consumidor se sentiu lesado, não pela falta de tempo para mudar hábitos, mas sim, por não ver ganho ambiental algum no banimento das sacolas plásticas. Está cada vez mais claro para a população que as sacolinhas não são descartáveis, mas sim reutilizadas principalmente para o acondicionamento do lixo.

Assim, não há ganho ambiental em baní-las, somente prejuízo para o bolso do consumidor, tanto com a restrição de seu direito de escolha pela embalagem mais adequada, quanto com custos extras em seu orçamento.

A Plastivida recomenda que o consumidor exija a sacolinha, que é um direito dele, porque já paga por ela, uma vez que seu custo já está embutido no preço dos produtos. Esperamos que as reclamações continuem sendo ouvidas e que se faça Justiça.

Via: INCorporativa

Zefiro Giassi fala sobre sacolas plásticas

Veja a opinião de quem é do meio supermercadista. Zefiro Giassi é fundador e presidente da rede de supermercados Giassi, de Santa Catarina.


Sacolas plásticas - Jornal O Globo

Página 8 do jornal O Globo de hoje, traz opinião de leitor sobre o banimento das sacolas plásticas em São Paulo. Veja:

Sacolas plásticas
Pegou mal a forma como tentaram tirar as sacolas plásticas em São Paulo. Gastaram milhões em propaganda. Só não falaram que as sacolas biodegradáveis vendidas aos supermercados a R$ 80 o quilo (R$ 0,02 cada uma) são vendidas aos usuários a R$ 0,19, cada, com o marketing de que estão ajudando o meio ambiente. E pior que as sacolas biodegradáveis é a não separação do lixo em SP, onde 60 mil toneladas vão diariamente para aterros e lixões a céu aberto.
Por: José Pedro Naisser - Curitiba/PR