segunda-feira, 29 de maio de 2017

Já parou para prestar atenção em alguns recados que a sacolinha plástica traz para você?

Para você que é da cidade de São Paulo as sacolas possuem várias informações de como devem ser utilizadas na hora do descarte de lixo. Por exemplo:

As sacolas na cor verde são utilizadas para descartar materiais 'secos', ou seja, plástico, papel, vidro e metal. Focando na coleta seletiva a sacola vem com várias indicações de produtos corretos para serem descartado nela:

Já as sacolinhas na cor cinza são utilizadas para o descarte dos resíduos que não podem ser reciclados como restos de comida, fraldas, bitucas de cigarro, absorventes e etc. Esses resíduos devem ser descartados no dia em que passa o caminhão de lixo comum e não o caminhão de coleta seletiva.


Mas além das sacolinhas comercializadas na cidade de São Paulo, as sacolas brancas, comuns, também possuem algumas indicações, como a de que os plásticos dsão 100% reciclados, que as sacolinhas devem ser utilizadas e reutilizadas em varias situações e até que as sacolinhas são amigas do meio ambiente.


segunda-feira, 22 de maio de 2017

22 de maio - Dia do Abraço


As sacolas plásticas contribuem para a sustentabilidade, trazendo benefícios à população e ao meio ambiente. Elas podem ser reutilizadas em inúmeras funções (guardar objetos molhados na bolsa, organizar a mala de viagem, guardas alimentos, entre outras), além de serem perfeitas para embalar o lixo doméstico, protegendo o meio ambiente de contaminação de solo e lençol freático com chorume e impedindo a proliferação de vetores (ratos, mosquitos, etc), ao isolar o lixo do meio ambiente.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Como fazer bolsas de sacos plásticos

Passo a passo para fazer a linha de plástico
Você vai ter que fazer uma linha para crochê utilizando as sacolas. Veja como preparar esta linha para tecer:


Créditos: euquefiz-vovobaisa.blogspot.com

1) Primeiro recorte o fundo da sacola;


Créditos: euquefiz-vovobaisa.blogspot.com

2) Estique a o que sobrou da sacola e dobre até o meio. Deixe uma parte sobrando.


Créditos: euquefiz-vovobaisa.blogspot.com

3) Agora dobre novamente esta mesma parte que já havia sido dobrada – note que deverá continuar a estar sobrando uma parte. Recorte tiras com mais ou menos 3 cm de largura. Mas não corte até o fim, deixe uns 3 cm sem cortar. Irá ficar igual a uma saia de tirinhas.


Créditos: euquefiz-vovobaisa.blogspot.com

4) Agora você deve inserir o dedo na parte fechada da 1ª tira (superior) e cortar em uma diagonal. Mas apenas deverá cortar um lado da sacolinha, para fazer uma ponta.


Créditos: euquefiz-vovobaisa.blogspot.com

5) Continue a cortar em diagonal, sendo ainda apenas um lado e vá indo com a tesoura até encontrar o outro lado da sacola nesta mesma direção – acompanhando a curva que o corte formou.


Créditos: euquefiz-vovobaisa.blogspot.com

6) É preciso que você faça um fio de toda a sacola. Depois vá emendando um fio de cada sacola no outro fio e enrole as bolas para tecer. É recomendado que você teça em ponto tricô ou ponto baixo.
Após fazer os fios de sacola plástica, você já pode começar a montar a sua bolsa:
Aula 1

Aula 2

Aula 3

Boas criações e até a próxima!

quinta-feira, 27 de abril de 2017

09 verdade e 01 mentira - Sobre as sacolas plásticas



1 - A indústria de sacolas plásticas gera mais de 50 mil empregos diretos.
2 - As sacolas plásticas são o meio mais higiênico no transporte de compras.
3 - As sacolas plásticas são 100% recicláveis.
4 - Sem as sacolinhas plásticas gratuitas, as famílias passam a ter um aumento de gastos mensais com embalagens de 146,1%, equivalente aos custos com arroz e feijão.
5 - As sacolas plásticas apresentam menor geração de C02 em seu processo produtivo em comparação as demais opções.
6 - Em testes ambientais, as sacolas plásticas apresentam resultados sustentáveis superiores as ecobags.
7 - 82% da população não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas.
8 - As sacolas plásticas são econômicas, duráveis, resistentes, práticas, higiênicas e inertes e são reutilizáveis.
9 - As caixas de papelão, dadas por supermercados como uma opção gratuita as sacolas, possuem alto teor de contaminação por coliformes fecais e E.coli (Escherichia coli), podendo prejudicar a saúde.
10 - O problema não está nas sacolas plásticas e sim no desperdício, no descarte incorreto e na falta de uma política adequada de reciclagem de resíduos pós-consumo.

Todas as afirmações acima são verdades, isso mesmo! Você ja conhece mentiras demais sobre as sacolas plástica.

Agora vamos as explicações:


1- A indústria das sacolas plásticas gera mais de 50 mil empregos diretos. Outros 30 mil estão empregados nas recicladoras. Em fábricas e empresas que reciclam plástico.

2- Os plásticos são atóxicos é por isso são ideia para o transporte de alimentos.

3- Como qualquer plástico as sacolas também são 100% recicláveis

4- Sem sacolinhas, o consumidor tem que pagar o custo de embalagens para carregar suas compras e de embalagens para descartar o lixo. Estudo realizado pela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) revelou que, sem sacolas gratuitas, as famílias passam a ter um aumento de gastos mensais com embalagens de 146,1%, o equivalente aos custos com o arroz e o feijão.

5- AS sacolas geram menos emissão de CO2 em seu processo produtivo, além de consumir menor quantidade de matéria-prima frente às outras opções e ser totalmente reciclável.

6- Ambientalmente, as sacolas plásticas são comprovadamente as mais amigáveis. Estudo encomendado pelo governo britânico sobre o impacto ambiental de diversos tipos de sacolas mostrou que a sacolinha de plástico tem melhor desempenho ambiental em 8 das 9 categorias avaliadas

7- A pesquisa Datafolha mostra também que 82% da população não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas

8- Assim como todos os tipos de plásticos as sacolas plásticas possuem vantagens para seu uso no dia a dia

9- Estudo realizado pela Microbiotécnica, empresa especializada em higiene ambiental com 25 anos de experiência, apontou que as caixas de papelão usadas, disponibilizadas pelos supermercados, e as sacolas de pano, trazidas de casa pelo consumidor, possuem alto grau de contaminação por coliformes totais, coliformes fecais e E.coli (Escherichia coli) podendo prejudicar a saúde da população.

10- Precisamos nos conscientizar de que a sacola plástica não se descarta sozinha nos locais inadequados. Precisamos de politicas públicas que pensem na reutilização e no ciclo de vida dos materiais que são tão uteis em nosso dia a dia, como as sacolas plásticas. O banimento das sacolas, ou a sua cobrança, não traz reais benefícios ao consumidor.


Fontes: Microbiotécnica, Governo britânico, FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), Datafolha.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

A ARTE DE SACOLAS PLÁSTICAS

Enxergando por outros olhos é possível ver as variáveis formas de se aproveitar o resíduo plástico, e dessa vez ele se transforma em um item de decoração e utilidade.
As sacolas plásticas, populares pela praticidade que oferecem quando vamos às compras, à padaria ou em qualquer ramo de negócio, onde precisamos carregar nossos produtos, elas estão sempre presentes, tornando a nossa vida mais fácil, mas existe o lado ruim da história, pois essas mesmas sacolas que nos ajudam tanto também são as principais contribuintes da poluição ambiental.
O designer Hugo Ribeiro criou um objeto útil, que serve tanto para decoração quanto para uso, trata-se de um banquinho chamado de Croke, que é feito de  madeira e camadas de sacos plásticos em sua composição.
Esses plásticos são trançados para ganharem mais resistência e colocados uns em cima de outros, formando assim uma pilha de cores alegres e bem chamativas, sua estrutura de uma forma simples é inspirada em tradicionais bancos portugueses.
Há sempre uma forma criativa, sem deixar de lado o estilo e a beleza ao reaproveitar um material que poderia prejudicar o meio ambiente, basta ter atitude e boas ideias.

Fonte: BioRetro

quarta-feira, 4 de maio de 2016

terça-feira, 5 de abril de 2016

Posicionamento Plastivida após um ano da lei das sacolas plásticas na cidade de São Paulo

Com referência à Lei paulistana sobre o uso das sacolas plásticas, que esta semana completa um ano, a Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos vem se posicionar, alertando que não houve benefício social ou ambiental a partir dessa lei. 
Concordamos que todos devemos buscar o consumo consciente no dia a dia, independente dos produtos e matérias-primas em questão, evitando assim o desperdício e fomentando a ampliação da reciclagem.
É hábito de mais de 90% das pessoas reutilizar as sacolas plásticas para descartar o seu lixo doméstico. Porém, com a cobrança das sacolas plásticas – decisão unilateral de parte dos supermercados - a população se nega a arcar com mais este custo em seu orçamento.
Se as sacolas – que hoje, inclusive, contam com mensagens de inventivo à coleta seletiva - continuassem as serem distribuídas gratuitamente à população pelos supermercados, a sociedade poderia estar muito mais engajada na separação dos recicláveis, que chegariam em quantidade suficiente às centrais de triagem da prefeitura, hoje subutilizadas, com evolução pífia de 1,06% para 2,5%, quando a prefeitura prometeu 10% até 2016.
Sem as sacolas, devido à cobrança, não há separação de lixo, nem sequer descarte correto. Basta acompanhar o noticiário local para nos depararmos, diariamente, com toneladas de lixo jogadas de qualquer maneira pela cidade.
Segundo pesquisa (agosto de 2015), 83% da população paulistana sinalizavam que não pagariam pelas sacolas verde e cinza e 87% desejavam que o PROCON/SP lutasse pela gratuidade das sacolas plásticas. Ao contrário, o PROCON/SP apoia, através de acordo com a APAS e somente em benefício dos supermercados, a venda das sacolas.
Estudo realizado pela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) revelou que, sem sacolas gratuitas, as famílias passam a ter um aumento de gastos mensais com embalagens de 146,1%, o equivalente aos custos com o arroz e o feijão. O consumidor já vem pagando a alta conta da inflação, da queda do ritmo da economia e do desemprego. Agora, com a cobrança, há prejuízo claro à população e ao meio ambiente e tudo isso somente para o benefício dos supermercados.
Entendemos a necessidade, inclusive apoiamos e realizamos iniciativas que ampliem o consumo consciente de qualquer produto para evitarmos o desperdício. E a chave para tal nunca será o banimento ou a taxação/cobrança, mas sim a educação ambiental.
O Brasil precisa incentivar as boas práticas de consumo e descarte corretos e somar a isso a gestão dos resíduos, de forma a reduzir o desperdício e amentar a reciclagem. Um exemplo que deu certo acontece há quase 3 anos no Rio Grande do Sul, onde a questão das sacolas plásticas é tratada com o envolvimento da população, setores público e privado, varejo e também da associação de supermercados local. Como resultado, foi regulamentada a Lei n° 13.272/09, que proíbe o uso de embalagens fora das especificações da ABNT no estado, para que haja redução no desperdício e estímulo à reutilização.
Na sequência, a população gaúcha foi beneficiada, ainda, com o programa de educação ambiental “Sacola Bem Utilizada Ajuda O Meio Ambiente”, que fomenta o uso responsável, as boas práticas de reutilização, o descarte corretos das sacolinhas e a reciclagem. Esta é a forma correta de buscar a preservação ambiental, e devemos observar que não se vende uma sacola plástica no Estado do Rio Grande do Sul. Sacolas de qualidade evitam o desperdício, pois são resistentes e não é necessário se colocar uma dentro da outra para ter segurança no transporte das compras. Ensinamento básico, porém fundamental para o consumo consciente.
Com esse tipo de ação, o meio ambiente ganha, a população ganha e até mesmo os supermercados, que conseguem economizar, distribuindo menos sacolas. Todos nós buscamos o consumo consciente e a redução do desperdício, mas a prática não pode recair apenas na conta do consumidor e, pior, causar problemas ambientais.
Nesse sentido, a cidade de São Paulo retrocede.


Miguel Bahiense – presidente da Plastivida