Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Afinal, elas não andam sozinhas, né? Pratique! Dê o exemplo! O planeta agradece!
domingo, 24 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
PROGRAMA DE CONSCIENTIZAÇÃO PARA USO DE SACOLA TERÁ R$ 14 MI ATÉ 2011
O projeto iniciado em 2008 já envolveu até o momento mais de 50 lojas em São Paulo, Rio Grande do Sul, Salvador, Goiânia e Brasília e, segundo pesquisas promovidas pelo grupo idealizador da iniciativa, encabeçado pela Plastivida, contribuiu para reduzir em pelo menos 10% o consumo nas lojas participantes do trabalho. "Esses números mostram que nossa meta de reduzir o consumo de sacolas em 30% durante um ano é perfeitamente atingível", afirma o presidente da entidade, Francisco de Assis Esmeraldo.
Os números do setor mostram que a campanha já começa a colher os primeiros resultados. Segundo dados da Plastivida, o consumo de sacolas encolheu de 17,9 bilhões de unidades em 2007 para 16,4 bilhões unidades em 2008. Para 2009, as estimativas apontam que o mercado de sacolas plásticas pode encolher para 15 bilhões de unidades. "Achamos que grande parte da queda ocorreu em decorrência da campanha", destaca Assis, para depois assumir que o movimento de repudio às sacolas que está sendo promovido por algumas entidades também tem impacto nos números.
A menor utilização de sacolas tende a frear a ofensiva contra o consumo do produto em redes varejistas ao mesmo tempo em que deve beneficiar a produção de sacolas fabricadas de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). As especificações determinam que as sacolas sejam mais resistentes, o que exige uma maior gramatura para o produto. Na prática, isso significa que uma queda de até 20% no consumo de sacolas pode ser compensada pela maior utilização de resinas por sacola, o que reduz o impacto da campanha para as petroquímicas.
Atualmente, conforme estimativas da Plastivida, a produção de sacolas certificadas já alcança 3 bilhões de unidades por ano, quase 20% do mercado nacional, com tendência de crescimento. "Hoje temos nove fabricantes que podem atender até 80% da demanda do mercado", ressalta Assis, descartando qualquer preocupação em relação a desabastecimento do mercado.
Para 2010, a entidade prevê que outras seis fabricantes deverão ser credenciadas para a produção das sacolas adequadas às normas.
Além do aumento da oferta desses produtos, Assis acredita que a demanda por sacolas continuará a cair no próximo ano, o que reduzirá ainda mais a participação de produtos impróprios ao consumo no total das vendas do setor. "Vamos intensificar o projeto no próximo ano para reduzirmos o consumo para aproximadamente 13,5 bilhões de unidades", diz. A meta, caso atingida, representará uma queda de quase 25% em relação à demanda registrada em 2007, ano anterior ao início da campanha.
Adesão
Assis prevê que novas redes regionais devem aderir ao projeto ao longo dos próximos anos, conforme a iniciativa chegue a outros estados. Ao mesmo tempo, as grandes companhias do setor também devem contribuir para a multiplicação do trabalho, ao levar a iniciativa para outros mercados. "O Pão de Açúcar, por exemplo, registrou queda de 35% ao longo de um ano", afirmou o executivo, referindo-se apenas às lojas com a bandeira Pão de Açúcar instaladas em São Paulo.
A iniciativa encabeçada pela Plastivida, que tem como principal campanha o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, já conta com a participação de redes como Pão de Açúcar, Carrefour, Compre Bem e Extra, além grupos locais como Supermercados Caíque (Brasília), Hiperideal (Salvador), Zaffari (Rio Grande do Sul) e Supermercado Tático (Goiânia), entre outros.
"Nossa proposta é aplicar o programa nas capitais, onde podemos sensibilizar a população, que por sua vez pode disseminar o trabalho de conscientização em outras cidades", explica Assis. Fora desses centros, as redes de varejo também poderão ser atendidas pela escola de consumo consciente para o varejo, que está sendo idealizada para entrar em operação em 2010. "Essa escola terá uma equipe itinerante que poderá levar o programa para cidades do interior", revela.
A outra frente de trabalho do grupo, que também reúne o Instituto Nacional do Plástico (INP) e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), além de fabricantes de sacolas e petroquímicas, será a divulgação da iniciativa por intermédio de campanhas de mídia, estratégia já iniciada este ano. "Vamos trabalhar com a rádio, a televisão e outras mídias, sobretudo a web, onde é possível atender um público jovem e onde é possível ter forte penetração", explica Assis.
(André Magnabosco - Agência Estado)
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Florianópolis recebe Programa de Consumo Consciente de Sacolas Plásticas em 2010
O Programa, uma parceria iniciada em 2008 entre a indústria do plástico e o varejo, já apresenta redução significativa no consumo de sacolas plásticas. Em 2007, foram usadas 17,9 bilhões de unidades e, em 2008, esse número caiu para 16,4 bilhões de sacolinhas. Para este ano, a entidade estima um total de 15 bilhões de unidades, o que representa 16.5% de redução no período. O programa já foi implantado em São Paulo, Salvador, Porto Alegre, Brasília e Goiânia.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Rio de Janeiro recebe Programa de Consumo Consciente de Sacolas Plásticas em 2010
O Programa, uma parceria iniciada em 2008 entre a indústria do plástico e o varejo, já apresenta redução significativa no consumo de sacolas plásticas. Em 2007, foram usadas 17,9 bilhões de unidades e, em 2008, esse número caiu para 16,4 bilhões de sacolinhas. Para este ano, a entidade estima um total de 15 bilhões de unidades, o que representa 16.5% de redução no período. O programa já foi implantado em São Paulo, Salvador, Porto Alegre, Brasília e Goiânia.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Recife recebe Programa de Consumo Consciente de Sacolas Plásticas em 2010
O Programa, uma parceria iniciada em 2008 entre a indústria do plástico e o varejo, já apresenta redução significativa no consumo de sacolas plásticas. Em 2007, foram usadas 17,9 bilhões de unidades e, em 2008, esse número caiu para 16,4 bilhões de sacolinhas. Para este ano, a entidade estima um total de 15 bilhões de unidades, o que representa 16.5% de redução no período. O programa já foi implantado em São Paulo, Salvador, Porto Alegre, Brasília e Goiânia.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Natal Sustentável
Ela lavou as embalagens, tirou os rótulos e pintou com um spray prateado e para enfeitar usou fitilhos de papel crepon.
"Gastei ao todo R$ 28, os outros enfeites que complementei na árvore eram de anos anteriores. Tenho dois meninos e usamos muito este tipo de embalagem, eles me ajudaram a enfeitar as embalagens e curtiram muito!"



Muito legal, Denise! Parabéns e um lindo Natal para você!
Abaixo seguem mais dicas, para incrementar árvores de material reutilizado:
- Borboletas recortadas de sacolinhas
- Enfeite natalino de porta
- Tutorial de flor com sacolinhas plásticas
- Mais flores de sacolinhas
- Bonecos costurados de sacolinhas plásticas fundidas (Ideia boa para fazer um Papai Noel)
- Tranças de sacolinhas plásticas
Quem tiver outras idéias bacanas, mande-nos fotos e publicaremos aqui no blog.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Você sabia?
- As sacolas pláticas representam 2% do mercado de plásticos.
- Em 2007 o Brasil reciclou 21,5% dos seus plásticos, enquanto que na União Européia este número foi 18,%.
- Entre 2003 e 2007 o PIB cresceu na média anual de 3,4%, enquanto a reciclagem cresceu 8,2% por ano. A reciclagem cresceu duas vezes e meia mais que o crescimento do PIB.
- A indústria da reciclagem mecânica trabalha com ociosidade de 30%.
- 71% da população exige sacolas plásticas para transportar suas compras.
- A rede de supermercados Pão de Açúcar reduziu 35% o uso das sacolas pelo fato de colocá-las nas normas.
- Em 2007 o consumo de sacolas plásticas no Brasil era de 17,9 bilhões. Para este ano a estimativa é uma redução de mais de 10%.
- Existem 850 unidade de reciclagem energética no Mundo: 249 só no Japão, 420 na União Européia, 98 nos Estados Unidos, 27 na Suíça e apenas uma unidade piloto no Brasil.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Aumenta o consumo consciente de sacolas plásticas no país
FRANCISCO DE ASSIS ESMERALDO
O que era apregoado por uma pequena parcela consciente da população, agora permeia todas as classes sociais: é preciso praticar os 3 R´s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) para combater o aquecimento global e tornar o planeta sustentável.
A percepção da importância dessa prática com relação às sacolas plásticas caminha muito bem. A população rapidamente percebeu que não se tratava de banir essas embalagens, mas sim de consumi-las conscientemente. Duráveis, práticas, leves, econômicas e impermeáveis, as sacolas plásticas consagraram-se como o meio ideal para transportar as compras. Higiênicas e atóxicas, têm sua utilização autorizada pela Anvisa para entrar em contato com alimentos e medicamentos. Tudo isso, com a vantagem de serem reutilizáveis e 100% recicláveis.
O que poucos sabem é que, além dessas vantagens, as sacolinhas plásticas também oferecem uma relevante contribuição ao meio ambiente. Por terem uma longa vida, elas armazenam por décadas o carbono e a energia que entraram em sua fabricação. Assim, contribuem para não agravar o efeito estufa. Sua reciclagem contínua permite a redução do consumo de matérias-primas não renováveis.
O consumidor vem sendo estimulado a utilizar responsavelmente as sacolinhas e não desperdiçá-las pelo Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, uma iniciativa da Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, do Instituto Nacional do Plástico (INP) e da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief).
O programa recebeu o apoio da Abras (Associação Brasileira de Supermercados) e de suas filiadas nos Estados mais importantes do país. E espalhou-se pelo país, com resultados bastante promissores.
Em 2008, primeiro ano de implementação do programa, houve uma redução de 10,5% no número de sacolas fabricadas. No primeiro semestre de 2009, a redução subiu para 16,2%, na comparação com o mesmo período do ano passado.
Isto significa que, de 17,9 bilhões de sacolinhas fabricadas em 2007, o Brasil passou para 16,4 bilhões em 2008. Para 2009, a previsão é de 15 bilhões.
Isso foi possível graças ao cumprimento das várias etapas daquele programa. A primeira foi a fabricação de sacolas mais resistentes, dentro da Norma Técnica ABNT nº 14.937. Isso acabou com a necessidade de colocar um saquinho dentro do outro para transportar produtos mais pesados.
A segunda etapa foi o engajamento de 4 das 6 maiores redes de supermercados do país, que passaram a utilizar as sacolinhas resistentes e orientaram empacotadores, caixas e consumidores para aproveitarem a plena capacidade dessas embalagens.
Os consumidores também têm sido estimulados pelo governo e pela mídia a Reduzirem o consumo, Reutilizarem e Reciclarem as sacolas. A mais recente dessas iniciativas tem sido a veiculação de uma grande campanha publicitária nacional nos principais meios de comunicação do país, divulgando essas práticas.
É sempre oportuno lembrar outra alternativa para a redução do consumo dessas embalagens. As sacolas ecológicas – ecobags - estão na moda e ganharam espaço como alternativa ambientalmente amigável às necessidades cotidianas de transporte das compras. Essas ecobags, são também conhecidas como sacolas retornáveis ou como sacolas de ráfia, de tecido-não-tecido (TNT), de vinil, etc. Quando confeccionadas com esses plásticos, constituem-se numa opção que combina leveza, segurança, versatilidade, estilo, durabilidade e sustentabilidade. São fáceis de limpar sem a utilização de água e sabão, evitam contaminações pelos resíduos das compras e são impermeáveis, além de oferecerem diversas possibilidades de design. E mais, você pode usá-las em dia de chuva e transportar congelados sem qualquer transtorno devido à sua excepcional resistência e impermeabilidade.
Francisco de Assis Esmeraldo é engº químico, presidente da Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos, membro do Conselho Superior de Meio Ambiente da FIESP, do Conselho
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Sacos plásticos para colocar o lixo
Por ser resistente, não se desmanchar e ser capaz de conter o vazamento de líquidos, o plástico é um material adequado para embalar e transportar o lixo. A leveza dos plásticos também reduz o consumo de combustível usado no transporte e, consequentemente, diminuem as emissões de gás carbônico. A ABNT criou normas que regulamentam a qualidade dos sacos plásticos, eles devem resistir ao peso do lixo e a impactos como os arremessos para dentro do caminhão ou a queda dos sacos através dos dutos da lixeira dos edifícios.
Além disso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) regulamenta uma série de medidas para o descarte seguro dos resíduos dos serviços de saúde - ou lixo hospitalar. Segundo as normas, esse material deve ser mantido em sacos plásticos até que seja incinerado em locais adequados. Os sacos evitam que os resíduos de saúde contaminem o ar ou os solos.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Os mitos sobre as sacolas plásticas
Há dois grandes mitos permeando o imaginário de ambientalistas, formadores de opinião e legisladores preocupados com o meio ambiente, que volta e meia ecoam pela mídia e pela internet.
O primeiro equívoco é o de que as sacolas plásticas ocasionariam um grande dano ambiental, poluindo córregos e rios, entupindo bueiros e ocasionando enchentes, ou ainda colocando em risco a saúde pública por supostamente abarrotarem lixões e aterros sanitários.
Nada disso tem qualquer fundamento científico. Os resíduos plásticos pós-consumo incluem não somente sacolas como também garrafas para bebidas, embalagens para alimentos, para artigos de higiene e limpeza e para remédios, bandejas de isopor, bem como uma infinidade de outros produtos. Todos juntos, esses resíduos representam apenas 3% do lixo urbano. Portanto, os resíduos plásticos não podem ser responsabilizados pelas mazelas que os outros 97% de resíduos provocam.
O segundo equívoco é o de que seria possível banir as sacolas plásticas devido ao consumo excessivo delas, podendo perfeitamente serem substituídas por embalagens de outros materiais que seriam “mais” ecologicamente corretos.
Acontece que os plásticos –sacolas inclusive– tornaram-se indispensáveis à vida moderna. As sacolinhas são higiênicas, leves, práticas, impermeáveis, reutilizáveis e 100% recicláveis. Por isso, são as mais indicadas para transportar as compras e protegê-las. Depois, reutilizadas geralmente como sacolas para o lixo, cumprem recomendação das autoridades sanitárias para que o transporte dos resíduos domésticos não contamine o meio ambiente.
Além disso, por terem uma longa vida, as sacolas plásticas armazenam o carbono e a energia com qual foi fabricada por décadas, contribuindo para não agravar o efeito estufa, e ainda, sua reciclagem contínua permite a redução do consumo de matérias-primas não renováveis.
Isso não significa que se devam utilizar as sacolas em excesso. Seu uso, ecologicamente correto, está na prática dos 3 Rs: reduzir a quantidade delas no transporte de produtos; reutilizá-las sempre que possível e reciclar as que não forem utilizadas para acondicionar lixo, destinando-as à coleta seletiva.
Para alcançar esses objetivos e situar as embalagens plásticas na sua correta perspectiva, o INP - Instituto Nacional do Plástico, a Plastivida Instituto Sócio-ambiental dos Plásticos e a Abief - Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis criaram o Programa de Qualidade e Consumo Responsável das Sacolas Plásticas.
O primeiro passo foi estimular a fabricação de sacolas plásticas resistentes. Assim, os usuários não precisariam mais colocar uma sacolinha dentro da outra para transportar compras mais pesadas e reduziriam o consumo da embalagem. Isso está sendo alcançado com a adesão dos fabricantes à Norma Técnica da ABNT, a NBR 14937-05, e com o Selo de Qualidade INP-Abief, ainda mais rigoroso (exige que as sacolas tenha espessura mínima de 27 micras).
Ato contínuo, firmaram-se parcerias com a ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) e as entidades congêneres de vários Estados. para estimular o uso das sacolas resistentes e otimizar o acondicionamento das compras. Isto porque uma grande parte dos consumidores só utilizava metade da capacidade das sacolinhas, por comodidade, distração ou até temor a que se rompessem.
Projetos-piloto foram implementados com êxito, resultando em economias de 12% na utilização de sacolas plásticas em São Paulo e Salvador, e 10% em Porto Alegre. Como resultado, grandes redes de supermercados nacionais, como Pão de Açúcar, GBarbosa, Zafari e Unidasul abraçaram o programa e hoje só distribuem as sacolas plásticas confeccionadas dentro da norma, com o selo do programa.
Os consumidores que quiserem fazer parte deste programa de consumo responsável dessas embalagens encontrarão orientações no site sacolinhasplasticas.com.br. O intuito do programa é a expansão para outras redes de supermercados e redução em 30% o volume de sacolas plásticas distribuídas por esse expressivo segmento do varejo.
PAULO DACOLINA é Diretor Superintendente do INP - Instituto Nacional do Plástico
Texto gentilmente cedido pelo Instituto Nacional do Plástico
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Ecobags de plástico: retornáveis e 100% recicláveis
Além de ser reutilizável, o plástico demanda menos energia e provoca menor impacto ambiental que outors materiais para ser produzido. Por ser 100% reciclável, quando a vida útil de um objeto de plástico termina ou quando é descartado, ele pode ainda se transformar em outros plásticos, novamente poupando energia e recursos naturais na produção.
Além disso essas sacolas retornáveis, não absorvem contaminantes, não precisam ser lavadas (economizando água e sabão) e podem transportar qualquer tipo de alimento (inclusive os congelados), até mesmo nos dias de chuva, pois não molham e não rasgam.
Marta Vieira da Silva começou jogando com uma bola feita de sacos plásticos
"Marta começa a jogar bola na rua, muitas vezes com improvisadas bolas de sacos plásticos. Também precisa peitar os garotos que a chamam de mulher-macho por amar jogar futebol. Compra as brigas e aproveita o jogo masculino para dominar a arte do drible e do domínio de bola. Arte que admira em seu grande ídolo, de origem humilde, nordestino como ela, Rivaldo."
José Augusto de Aguiar Costa - Heróis do Esporte Heróis da Vida
fonte: http://www.livrariacultura.com.br/imagem/capitulo/2589403.pdf
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Bonecas de sacolinhas plásticas
Essas bonequinas feitas de sacolinhas plásticas são da artista Ruby Re-Usable. Ela se especializou em fazer arte com objetos retirados do lixo.
Nesse link você encontra mais coisas que ela e outros artistas fazem para um projeto chamado Olympia Dumpster Divers.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Entrevista sobre o Dia do Consumo Consciente
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Dia do Consumo Consciente e Aquecimento Global
No caso das sacolas, isso não é diferente. Uma pesquisa recente do Ibope verificou a importância das sacolas no cotidiano das pessoas. O resultado mostrou que 100% das mulheres das classes B, C e D, responsáveis pelas compras de seus domicílios, reutilizam as sacolas plásticas após as compras. Mostrou também que 73% das entrevistadas utilizam as sacolas para acondicionar o lixo doméstico, 69% consideram as sacolas a embalagem ideal para carregar suas compras e 75% dizem que é função do varejo fornecer as sacolas.
Uma vez que a sacola plástica representa comodidade e economia para a dona de casa, o consumo responsável é a melhor opção para que este tipo de embalagem possa continuar a ser usado.
O consumidor tem o direito de se informar sobre reciclagem mecânica e energética, a importância do conceito dos 3R’s – Reduzir, Reutilizar e Reciclar, a reciclabilidade de cada tipo de plástico, a importância da coleta seletiva e da destinação correta do plástico pós-consumo. Como prega o primeiro dos 3R´s - Reduzir – devemos praticar o consumo responsável. Evitar o desperdício é fundamental para que os recursos não faltem. Para tanto basta o consumidor exigir sacolas dentro da Norma Técnica 14.937.Os plásticos foram feitos para durar – e que bom! Assim eles podem ser Reutilizados – o segundo R – diversas vezes. É o que a população faz com as sacolinhas plásticas. E é também o caso das ecobags - bolsas retornáveis para compras. Quando feitas de plástico, tornam-se mais fáceis de serem limpas, sem a utilização excessiva de água, evitam contaminações de resíduos das compras, são impermeáveis, além de oferecerem diversas possibilidades de design e impressão.
E quando reutilizar não é mais possível, entra o terceiro R – o de Reciclar. Os plásticos são 100% recicláveis e a indústria da reciclagem no Brasil tem crescido ano a ano. Hoje, o País recicla 21% de sua produção de plásticos, enquanto a Alemanha (recordista em reciclagem no mundo) recicla 31% e a média da União Européia é de 12%. Ainda assim, é uma indústria que tende a crescer, com o incremento da coleta seletiva. Se a coleta no Brasil fosse mais efetiva, a indústria da reciclagem não atuaria como hoje, com 30% de sua capacidade ociosa por falta de material a ser reciclado.
O Brasil já dispõe da tecnologia para o tratamento térmico de lixo (reciclagem energética), que já é adotado nos Estados Unidos, China, Japão, Itália, França e Suíça, entre outros. A tecnologia transforma lixo urbano em energia elétrica e térmica usando como combustível todo tipo de plástico não destinado à reciclagem mecânica.
O processo permitiu à Alemanha, por exemplo, abolir os aterros sanitários. Atualmente, cerca de 150 milhões de toneladas/ano de lixo urbano são destinadas a mais de 750 usinas de geração de energia elétrica ou térmica espalhadas por todo o mundo, todas perfeitamente adequadas às mais rígidas normas ambientais. Só o Japão possui 190 unidades.
Além de diminuir o problema do excesso de lixo, a reciclagem energética é um processo limpo, sem emissão de gases do efeito estufa no ambiente. Essa não-emissão é mais que uma vantagem, é uma necessidade, já que com o atual crescimento do efeito estufa é possível que até o final do século XXI, as temperaturas em algumas partes do globo aumentem mais de 6ºC. É provável que a temperatura média global durante o século aumente entre 2,0ºC a 4,5ºC, com uma melhor estimativa de cerca de 3,0ºC, e é muito improvável que seja inferior a 1,5ºC. Mesmo no cenário de baixas emissões de gases, as projeções indicam aumento da temperatura, sobretudo no Hemisfério Norte. (Saiba mais sobre aquecimento global em: http://www.aquecimentoglobal.com.br/).Conceitos de sustentabilidade como o dos 3’Rs (Reduzir desperdício, reutilizar e reciclar) representam mudanças de hábito para as pessoas, mas , no futuro, são a garantia de que poderemos continuar usufruindo dos benefícios que temos hoje, com o menor impacto ao ambiente. Isso no quando se fala de plásticos, de água, de veículos, etc. Consumo e descarte conscientes e ações sustentáveis são atitudes que devem ser de responsabilidade compartilhada (sociedade, indústria, varejo, poder público) para que o ambiente seja preservado sem que sejamos privados de conforto, saúde e bem-estar que temos hoje.
Programa Radar SP e o consumo consciente das Sacolas Plásticas
Hoje de manhã o Radar SP falou sobre o uso consciente das sacolinhas.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Pesquisa IBOPE mostra que 100% das donas de casa reutilizam as sacolas plásticas
Pesquisa Ibope, realizada com mulheres das classes B, C e D, responsáveis pelas compras de seus domicílios, revela que 100% delas reutilizam as sacolas plásticas após as compras. A pesquisa mostra que 73% das entrevistadas utilizam as sacolas para acondicionar o lixo doméstico, 69% consideram as sacolas a embalagem ideal para carregar suas compras e 75% dizem que é função do varejo fornecer as sacolas. A pesquisa foi encomendada pela Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, com o intuito de promover o consumo responsável de sacolas plásticas.
A pesquisa apontou as formas mais lembradas pelas entrevistadas para a reutilização das sacolas plásticas. Entre elas, guardar alimentos, guardar roupas, calçados e documentos, acondicionar o lixo da cozinha ou o do banheiro, recolher fezes de animais, entre outras. No site www.sacolinhasplasticas.com.br, a Plastivida dá mais dicas de reutilização de sacolas plásticas.
Apesar das campanhas e aprovações de projetos de lei que obrigam a substituição de sacolas plásticas por sacolas biodegradáveis, a grande maioria das entrevistadas revelou alto grau de desconhecimento em relação ao significado da palavra “biodegradável”. A pesquisa mostra que 65% não sabem o que significa o termo e 5% relataram sentidos equivocados (“que emite gases tóxicos” ou “que demora para se decompor”, por exemplo).
O desconhecimento foi ainda maior quando indagadas sobre a principal diferença entre uma sacola biodegradável e uma degradável. A grande maioria (84%) respondeu que não sabia e 2% deram respostas incorretas (“biodegradável não agride o meio ambiente e o degradável agride” ou “degradável se decompõe mais rápido e o biodegradável demora”, por exemplo).
Das entrevistadas, 60% afirmam acreditar que o uso de sacola biodegradável contribuirá para o aumento de lixo na cidade, ou seja, fazem associação das sacolas biodegradáveis com maior acúmulo de resíduos. E 64% acreditam que essas embalagens não poderiam acondicionar produtos congelados, gelados e úmidos, frutas ou legumes.
Enquanto desconhecem o sentido do conceito de “biodegradável”, as entrevistadas mostram preocupação com ações ambientalmente sustentáveis e 82% apontam que a sacola biodegradável deve ser depositada somente em coleta seletiva de lixo. Apenas 12% disseram que ela “desaparece” após ser descartada na natureza.
A conclusão da Plastivida é de que a sociedade vê valor (custo-benefício) nas sacolas plásticas e, ao mesmo tempo, se preocupa com ações responsáveis. Com isso em vista, a entidade tem trabalhado para promover a melhor qualidade das sacolas oferecidas pelo varejo, assim como seu uso consciente, a redução do desperdício, o reaproveitamento e sua reciclagem depois de sua vida útil.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Sacolinhas multicoloridas
Dá para acreditar que essas lindas galinhas feitas de sacolinhas plásticas poderiam virar lixo? Elas estão à venda na loja americana Indigo Arts Gallery, que revende artesanatos da África, Ásia e Américas. Se alguém souber fazer e quiser dividir o tutorial com a gente, vamos adorar!



