terça-feira, 2 de junho de 2015

Semana do Meio Ambiente

Mais de 700 crianças participam de oficinas e palestras sobre a imagem e reutilização dos plásticos, educação ambiental e coleta seletiva em Belo Horizonte

A iniciativa da Plastivida, Inova BH e prefeitura de Belo Horizonte promove palestras sobre a sustentabilidade dos plásticos, suas aplicações, uso consciente e descarte correto, além de oficinas de reciclagem

   

Com o objetivo de promover a imagem dos plásticos, a educação ambiental e contribuir para as boas práticas de consumo, descarte, reutilização e reciclagem em Belo Horizonte, a Prefeitura de Belo Horizonte, a Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos e a Inova BH firmaram uma parceria que vai promover uma série de ações. A primeira delas está sendo realizada na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Solar Rubi, até o dia 3 de junho, em comemoração à Semana do Meio Ambiente.

Em três dias de atividades (de 1 a 3 de junho) mais de 700 crianças a regional Barreiro (BH) assistiram palestras sobre as propriedades dos plásticos, suas aplicações, sua contribuição na vida das pessoas, o funcionamento do processo de reciclagem, além participarem de diversas oficinas, como artesanato com materiais reutilizáveis, gerenciamento de resíduos, uso consciente de recursos, entre outras.

Segundo Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, entidade que coordena esse projeto, ações que envolvem a população em questões como as boas práticas de consumo, a redução do desperdício, a reutilização e a importância da coleta seletiva e da reciclagem fazem com que esses hábitos se tornem perenes. “Nossa experiência em promover os benefícios dos plásticos, as informações corretas e científicas sobre as qualidades do produto e sobre como ele pode atuar de forma harmoniosa com a preservação do meio ambiente mostra que essas questões passam a fazer parte do dia a dia das pessoas”, afirma Bahiense.

Esse tipo de informação quando levada às comunidades traz benefícios além dos ambientais, como economia, possibilidade de geração de renda, melhor gestão dos resíduos sólidos urbanos, menos acúmulo de lixo, mais saúde e bem estar. “O papel da escola tem sido o de catalisadora de ações que podem ser ampliadas para o benefício das crianças, de suas famílias e da comunidade como um todo e essa iniciativa ilustra bem isso”, afirma Jaqueline Vilaça, vice-diretora da Solar Rubi.

Fazer a diferença no ambiente em que se insere é um dos propósitos da Inova BH, que tem parceria com a prefeitura de Belo Horizonte na operação de escolas da rede pública. “Esse trabalho que se inicia em Solar Rubi é um exemplo do que vislumbramos nesta, que é a primeira PPP voltada para a educação”, afirma Christini Kubo, diretora de Investimentos da Inova BH.

A prefeitura de Belo Horizonte também participa dessa parceria e estará presente em ações que virão, como a coleta de materiais recicláveis, o apoio na capacitação de professores da rede pública de ensino municipal para serem agentes multiplicadores das informações sustentáveis, assim como para atuarem junto às crianças e à comunidade nas oficinas de reciclagem com o envolvimento de alunos e da comunidade.

Ainda segundo Miguel Bahiense, Belo Horizonte sai na frente com essa iniciativa, que pode e deve se tornar um modelo para outros municípios. “O engajamento de todos, desde a população, passando pela iniciativa privada e governo, pode potencializar ações consistentes de responsabilidade socioambiental, trazendo benefícios duradouros para todos”, completa o executivo.


Informações à imprensa:
M.Free Comunicação
Contato: (11) 3171-2024
Roberta Provatti, Marcio Freitas


Semana do Meio Ambiente

Confira mais sobre o trabalho da Consuello Matroni:www.facebook.com/consuello.matroni e da Juliana Massara:http://www.ateliejux.com.br/


segunda-feira, 1 de junho de 2015

Semana do Meio Ambiente 2015

O jogo está disponível para Android e IOS. Confira: http://goo.gl/iAcHjX


Semana do Meio Ambiente 2015

Na semana do Meio Ambiente (de 1 a 5 de junho) o Recicle Ideias traz uma série de dicas de games, reciclagem, reutilização de materiais para colocarmos em prática tudo o que temos abordado. Mande sua dica também!


segunda-feira, 25 de maio de 2015

A DISCUSSÃO SOBRE AS SACOLINHAS PLÁSTICAS SE JUSTIFICA?

Confira o Artigo de Francisco Oliveira, Engenheiro Civil  da Fral Consultoria, sobre a situação das sacolas plásticas na cidade de São Paulo.


Por Francisco Oliveira
      
Muito se tem falado sobre as sacolinhas plásticas nos últimos anos. A polêmica é grande e mexe com associações, donos de supermercados, ambientalistas e, é claro, o consumidor final. A última ação foi protagonizada por Fernando Haddad, atual prefeito de São Paulo.
Haddad entrou com um pedido na Justiça para barrar a cobrança por sacolinhas plásticas nos supermercados de São Paulo. A ação é contra a Associação Paulista de Supermercados (Apas).
Desde cinco de abril, entrou em vigor a lei sancionada na gestão Gilberto Kassab (eleito pelo DEM) e regulamentada por Fernando Haddad (PT) que proíbe o uso de sacolas plásticas derivadas do petróleo. A lei não fala da cobrança pela embalagem, mas permite a oferta de modelos feitos com material reciclável e que podem ser reutilizados para lixo orgânico e coleta seletiva. Toda essa discussão nos faz pensar se realmente o tema se justifica como centro das atenções quando o assunto é sustentabilidade e meio ambiente.  
O dilema das sacolinhas plásticas dentro do atual contexto econômico que o país enfrenta não se justifica. E explico o porquê! Para muitas famílias das classes D e E, a sacola do mercado ainda representa o principal local de armazenamento dos seus resíduos ou lixo orgânico.
Estes sacos de mercado não representam risco maior do que aqueles sacos pretos, também muito usados, uma vez que o risco maior para o meio ambiente está associado ao mau descarte, armazenamento e coleta destes sacos independentemente da sua composição.
O que deve ser comentado é que o mais importante é dar ao lixo a melhor destinação, ou seja, aquela que provoca o menor impacto ambiental.
Evidentemente, que um saco de plástico na condição de uma disposição inadequada (lixões ou margens de cursos d’água) representa, a longo prazo, um risco maior do que o saco de material biodegradável, no entanto, é sempre importante enfatizar que o fator relevante é o educacional ou seja, armazenar e descartar de forma correta.
A preocupação com a forma do descarte e o local onde este lixo será depositado é primordial para que possamos realmente ter um resultado mais qualitativo quando o assunto é meio ambiente. Educar para reciclar acaba sendo a melhor saída para sustentabilidade.

Francisco Oliveira é Engenheiro Civil e Mestre em Mecânica dos Solos, Fundações e Geotecnia e fundador da Fral Consultoria.

Sobre a Fral Consultoria


A Fral Consultoria desenvolve projetos de prestação de serviços, consultoria e gerenciamento de obras e sistemas, nas áreas de Engenharia Civil e Meio Ambiente, por todo território brasileiro. Fundada em 1999, pelo Engenheiro Civil e Mestre em Mecânica dos Solos, Fundações e Geotecnia, Francisco José Pereira de Oliveira, tem sua sede em São Paulo. Atua hoje, principalmente, nas áreas geotecnia e aterros sanitários, com a elaboração de projetos relacionados à Gestão e Tratamento de Resíduos.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Comunicado Plastivida sobre acordo APAS e PROCON-SP a respeito das sacolas plásticas

Sobre o acordo anunciado, entre Apas (Associação Paulista de Supermercados) e o Procon-SP, a respeito de sacolas plásticas na cidade de São Paulo, a Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos alerta que:

1.   O referido acordo inviabiliza o plano de coleta seletiva da prefeitura. Com base na pesquisa Datafolha, e somente 17% dos consumidores consultados aceitariam pagar pelas novas sacolas, caso prevaleça a cobrança.

2.   O consumidor será penalizado duplamente. Primeiro pela cobrança em duplicidade das sacolas de supermercado, cujo valor já está embutido no custo dos produtos. Em segundo lugar, caso a opção seja pela sacola retornável, ele terá de arcar com o custo de sacos de lixo, para descarte de resíduos recicláveis ou não. Pesquisa Ibope aponta que mais de 90% dos consumidores reutilizam as sacolinhas para acondicionar o lixo doméstico.

3.   Estudo realizado pela FIPE - Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas revelou que, em caso de suspensão da distribuição de sacolas plásticas, as famílias terão um aumento de gastos mensais com embalagens de 146,1%, equiparando desta forma aos custos com o arroz e o feijão.

4.   A Plastivida lamenta a postura da Apas que, mais uma vez, a exemplo de 2012, cria mecanismos que prejudica o consumidor e ainda compromete a possibilidade de se melhorar as condições de coleta seletiva na cidade de São Paulo.

Miguel Bahiense - Presidente Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos