CBN: Ouça a entrevista de Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, sobre o índice de reciclagem de plásticos no Brasil - Clique aqui.
Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Afinal, elas não andam sozinhas, né? Pratique! Dê o exemplo! O planeta agradece!
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Empresa gaúcha recicla sacos plásticos e cria "Tábua de Plástico"
Reportagem no Jornal Nacional mostra empresa que transforma sacos plásticos em produto batizado como "Tábua de Plástico" e promove solução de reciclagem.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Carência na educação faz boa ideia não ter resultado eficaz
Frequentemente destacamos a importância do investimento na educação da população para que as iniciativas que visam melhorias em questões ambientais, de saneamento e etc., obtenham o êxito esperado.
A seguir, uma matéria que foi ao ar na semana passada no Jornal Nacional, mostra uma iniciativa inteligente aplicada em Porto Alegre - RS, no acondicionamento de lixo, mas que não foi totalmente eficaz devido ao não investimento em educação e conscientização da população.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Brasil recicla 20% do plástico usado, diz pesquisa
Pouco mais de 19% dos plásticos consumidos no país foram reciclados no ano passado, segundo estudo da consultoria especializada MaxiQuim. No ano anterior, a parcela era de 17,9%.
O Brasil fica abaixo de países como Alemanha (34%), Suécia (33,2%) e Bélgica (29,2%). O índice brasileiro não chega a ser considerado baixo porque se refere à reciclagem mecânica, que é a transformação para reaproveitamento do produto.
O que deixa a desejar é a reciclagem energética, em que o produto é reutilizado para geração de energia. "A energética usa o plástico que não se pode limpar. Há muitos países na Europa onde ela supera a mecânica. No Brasil, nem temos esse tipo de reciclagem. Precisamos avançar na regulação do setor", afirma Solange Stumpf, da MaxiQuim. A capacidade instalada da indústria de reciclagem, de 64,5%, ilustra o potencial do país, na esteira da Política Nacional de Resíduos Sólidos sancionada pelo governo no ano passado.
Menos de 10% dos municípios brasileiros, porém, possuem coleta seletiva estruturada, segundo o presidente da Plastivida (associação do setor), Miguel Bahiense.
"Depende de outros fatores, além da preparação da indústria, como a consciência da população e a coleta das prefeituras", diz. Materiais como latas de alumínio tem índices acima de 90%, segundo Stumpf. Entre os setores que mais consomem estão têxteis, produtos domésticos e calçados.
O Brasil fica abaixo de países como Alemanha (34%), Suécia (33,2%) e Bélgica (29,2%). O índice brasileiro não chega a ser considerado baixo porque se refere à reciclagem mecânica, que é a transformação para reaproveitamento do produto.
O que deixa a desejar é a reciclagem energética, em que o produto é reutilizado para geração de energia. "A energética usa o plástico que não se pode limpar. Há muitos países na Europa onde ela supera a mecânica. No Brasil, nem temos esse tipo de reciclagem. Precisamos avançar na regulação do setor", afirma Solange Stumpf, da MaxiQuim. A capacidade instalada da indústria de reciclagem, de 64,5%, ilustra o potencial do país, na esteira da Política Nacional de Resíduos Sólidos sancionada pelo governo no ano passado.
Menos de 10% dos municípios brasileiros, porém, possuem coleta seletiva estruturada, segundo o presidente da Plastivida (associação do setor), Miguel Bahiense.
"Depende de outros fatores, além da preparação da indústria, como a consciência da população e a coleta das prefeituras", diz. Materiais como latas de alumínio tem índices acima de 90%, segundo Stumpf. Entre os setores que mais consomem estão têxteis, produtos domésticos e calçados.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Tijolo de plástico reciclado parece peça de Lego gigante
A empresa inglesa Ecomat Research foi fundada em 2008 e, desde então, busca soluções ecológicas para o ramo da construção. Neste ano, durante a semana de design de Milão, a empresa apresentou os tijolos que são feitos de plástico reciclado.
A alternativa criada pela Ecomat parece uma peça de lego gigante, com 33 centímetros de comprimento e 25 centímetros de altura. Esta pode ser uma importante e eficiente alternativa para substituir os tijolos tradicionais, pois dispensa a necessidade de vigas de metal e cimento. A fabricante garante que eles também funcionam como isolante térmico e acústico e resistem até mesmo a terremotos.
Entre os benefícios ambientais obtidos a partir da utilização desse tijolo está a facilidade de transporte e o fato de não precisar de muitos outros materiais que, consequentemente, diminui as emissões de carbono.
Via: Ciclo Vivo
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
De vilã à salvadora
Nos últimos anos, o tema do meio ambiente entrou definitivamente na agenda dos gestores públicos. Muitos governantes tem enfrentando o desafio de implementar políticas que garantam o desenvolvimento econômico e sejam sustentáveis. Nessa hora, não é difícil aparecerem soluções milagrosas que, prometendo muito, seduzem os desavisados. Banir o uso de sacolas plásticas nos supermercados é o debate da vez. A idéia é deixar de oferecer as sacolinhas aos clientes, substituindo-as por outros materiais que, claro, serão cobrados, como embalagens retornáveis. A conta, mais uma vez, vai ficar para os consumidores. O lucro, para os supermecadistas.
É certo que hoje há uso incorreto dessas sacolinhas. A solução, no entanto, é investir em Educação, na conscientização das pessoas sobre o uso responsável desse tipo de material. Afinal, as sacolinhas já se tornaram parte da vida de todos, seja para uso nos supermercados ou em casa, para acondicionar o lixo. Não são desprezíveis, também, os empregos que seriam perdidos caso as sacolinhas fossem banidas. A indústria petrolífera e a petroquímica, que fornece a matéria-prima para sua produção, seriam as mais atingidas, mas não as únicas. Com o objetivo de implementar essa política de conscientização, saindo da teoria e indo para a prática, São Bernardo está instalando a Escola de Consumo Responsável. Entre muitas outras ações, essa escola, que funcionará virtualmente, vai levar à população orientações e capacitação sobre consumo consciente, uso racional dos recursos e descarte correto de sacolas plásticas e de outros materiais.
Outra iniciativa inovadora no sentido de dar destinação final às sacolinhas é o Sistema Integrado de Manejo e Gestão de Resíduos, que prevê a implementação de Sistema de Processamento e Aproveitamento de Resíduos e Unidade de Recuperação de Energia – usina de geração de energia a partir do lixo. Nesse caso, as sacolinhas serviriam como matéria-prima para a usina, ou seja, o ciclo de produção e reciclagem desse material estaria fechado em São Bernardo. Com isso, a cidade torna-se o primeiro município a se enquadrar na Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída em 2010. Os problemas ambientais devem ser enfrentados com medidas objetivas, apontando alternativas viáveis que não gerem ônus para o cidadão e nem risco de desemprego. É nesse sentido que estamos trabalhando para que nossa cidade seja mais agradável e com mais qualidade de vida para seus cidadãos.
Artigo de Luíz Marinho - Prefeito de São Bernardo do Campo/SP.
Publicado no Diário do Grande ABC em 4/9/2011.segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Escola de Consumo Responsável pode ser solução para a polêmica das sacolinhas
Veja entrevista de Miguel Bahiense, presidente da Plastivida Instituto Socioambiental dos Plásticos, sobre a Escola de Consumo Responsável. Iniciativa pode ser a solução para a polêmica que envolve as sacolas plásticas.
É importante lembrar que estudos já mostraram que sacolas plásticas são as embalagens mais sustentáveis.
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