Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Afinal, elas não andam sozinhas, né? Pratique! Dê o exemplo! O planeta agradece!
segunda-feira, 14 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Renault do Brasil chegará a 40 mil toneladas de material reciclado em 2011
Reciclar e reaproveitar são os verbos mais conjugados pela Renault do Brasil em sua estratégia de preservação do meio ambiente. O compromisso em prol do verde se reflete nos números. Em 2011, a empresa dever chegar à marca de 40 mil toneladas de material reciclado, o que corresponde a 97% do total de resíduos gerados pelas três fábricas (Veículos de Passeio, Veículos Utilitários e Motores) que integram o Complexo Ayrton Senna. Em 2009, foram 31 mil toneladas, com índice de reciclagem de 95%.
Nada se perde, tudo se transforma em material novamente útil para a sociedade, ao mesmo tempo que poupa recursos da natureza: plástico, madeira, papelão e tecidos, além de outros itens como blocos de motor e peças das mais variadas aplicações são reaproveitados de alguma forma.
“A cada ano estamos obtendo índices maiores de aproveitamento de resíduos, à medida que a produção industrial aumenta, o que mostra que estamos no caminho certo”, constata Valdeni Lopes, Supervisor de Controle Ambiental da Renault do Brasil. Para se ter uma idéia, o volume reciclado pela Renault hoje é equivalente ao lixo produzido por uma cidade de quase 100 mil habitantes, levando-se em conta que a média de lixo produzida por um brasileiro morador da região Sudeste é de um quilo por dia, segundo a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB).
Números positivos como esse já renderam o reconhecimento internacional. Tanto que, desde 2003, a empresa conquistou a certificação ISO 14001 de gestão ambiental em toda sua unidade fabril. Trata-se uma norma internacional que atesta os sistemas de gestão de companhias ambientalmente corretas.
Novo projeto em setembro
Em setembro, entrará em operação um projeto desenvolvido e patenteado pela equipe de Meio Ambiente da Renault do Brasil. Este projeto tem como realiza a evaporação de resíduos líquidos utilizando a energia gerada pelo incinerador de gases do processo da Pintura. Isso permitirá separar totalmente a água do solvente, diminuindo a quantidade de resíduos perigosos e reduzindo o valor de tratamento do resíduo.
“Todos os solventes de base, ou seja, solvente com água, serão enviados para um destilador, com tanque dotado de serpentina operando em altas temperaturas. Como o solvente evapora com temperatura inferior, o vapor será captado e condensado para um novo reservatório; e a água daí resultante pode ser enviada para tratamento na estação de efluente. “Com a tecnologia, evitaremos o coprocessamento de aproximadamente 40 toneladas de resíduos perigosos, gerando uma economia de R$ 513 mil por ano”, explica Valdeni.
Água merece atenção especial
Recurso cada vez mais valorizado, a água sempre mereceu atenção especial e é objeto de um processo de reaproveitamento exclusivamente projetado para o Complexo Ayrton Senna, desde que este entrou em operação.
As águas pluviais, armazenadas em uma das nove bacias de contenção que circundam o Complexo, são tratadas e usadas, por exemplo, na lavagem de veículos. Até o final de 2011, cerca de 50% da água potável usada pela empresa no processo industrial seja substituída por água de chuva acumulada nas bacias de contenção.
Na Fábrica de Motores, a água usada na lavagem de peças, do piso e das ruas da fábrica de motores passa por um sistema evaporador que faz sua purificação, para posterior reciclagem no processo e na limpeza.
Além disso, nas três fábricas que integram o Complexo Ayrton Senna, todos os resíduos sólidos são separados em contêineres para posterior recuperação e utilização.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas chega a Recife nesta quarta-feira, dia 9
Recife (PE) será a primeira cidade nordestina a receber, em 2010, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, que visa a conscientização da população sobre uso e descarte adequados dessas embalagens.
Na capital pernambucana, o Programa capacitou mais de 200 profissionais de quatro redes de supermercados - Pão de Açúcar, Sttyllo de Supermercados, Kennedy e Arco-Íris – para orientarem o consumidor na hora de embalar as compras. O Programa terá início no dia 9 de junho e a expectativa é que, em um ano, o consumo das sacolinhas seja reduzido em 30%.
Lançado em sete capitais brasileiras, o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas tem alcançado resultados significativos na redução do uso dessas embalagens. Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e em 2009 foi de 15 bilhões, o que representa uma diminuição de 16,2% do início do programa até agora.
Segundo Paulo Dacolina, diretor Superintendente do Instituto Nacional do Plástico (INP), o resultado esperado para o Programa no Recife não contempla somente a redução. “Queremos reforçar junto à população a importância de ações responsáveis de reutilização e descarte adequado, para que as pessoas possam continuar usufruindo do conforto, praticidade, higiene e economia que as sacolas plásticas proporcionam, sem causarem danos ao meio ambiente”,
O Programa parte do princípio que, para reduzir o consumo, é necessário que se tenha embalagens de boa qualidade. Assim, envolve os fabricantes de sacolas e o varejo para que as sacolinhas sejam feitas de acordo com a norma ABNT 14.937 e identificadas com o Selo de Qualidade Abief-INP. “Produzidas dentro de norma, essas embalagens ficam mais resistentes, garantem a segurança no transporte das compras e, ainda, podem ser reutilizada de diversas formas, como no lixo doméstico, por exemplo, gerando economia à população”, afirma Paulo Dacolina.
Quando a sacolinha é mais resistentes, o consumidor deixa de utilizá-las em duplicidade ou pela metade de sua capacidade, reduzindo a quantidade de sacolas que leva para casa, mas sem ter que deixar de usar estas embalagens, tão úteis no seu dia-a-dia. Pesquisa Ibope, realizada com mulheres das classes B, C e D, responsáveis pelas compras de seus domicílios, revela que 100% das donas de casa reutilizam as sacolinhas para embalar o lixo doméstico, 75% são a favor do seu fornecimento pelo varejo e 71% delas acham que são o meio ideal para transportarem as compras.
O Programa trabalha os conceitos de Redução, Reutilização e Reciclagem — os 3Rs – e de responsabilidade compartilhada. Segundo o presidente da Associação Pernambucana de Supermercados (Apes), Edivaldo Guilherme dos Santos, a expectativa com a implantação do Programa é muito positiva. “Acreditamos que a ideia de unir esforços da indústria, dos supermercados e da população é o que realmente fará a diferença no que diz respeito à preservação do meio ambiente e o Recife vai mostrar que está preparado para atuar com responsabilidade”, completou Santos.
Além do INP, a Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos e a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief) também fazem parte do grupo que desenvolveu o Programa. No Recife, a Apes e o Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de Pernambuco (Simpepe) também apóiam a iniciativa que, este ano chegará ainda a Fortaleza (CE), Florianópolis (SC), Campo Grande (MT) e Belo Horizonte (MG).
segunda-feira, 7 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
No Dia do Meio Ambiente (05 de junho) a Plastivida reforça a contribuição socioambiental dos plásticos
A Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos aproveita a Semana do Meio Ambiente para convidar a sociedade a refletir sobre o papel de cada cidadão na preservação ambiental. Para que todos possam usufruir dos benefícios de segurança, conforto e praticidade que os plásticos oferecem em nosso dia-a-dia, são necessárias boa práticas que garantam a preservação do meio ambiente.
A Plastivida tem percorrido o Brasil para envolver a população, opinião pública e os governantes e disseminar informações sobre a importância do conceito dos 3R’s – Reduzir, Reutilizar e Reciclar.
O Reduzir fala sobre o consumo responsável. Evitar o desperdício é fundamental para que os recursos não faltem. Isso vale desde a água, até os produtos prontos. Um exemplo disso é o caso das sacolas plásticas.
• Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas - Através de uma pesquisa Ibope, a Plastivida verificou que 98% das pessoas reutilizam as sacolinhas para recolher o lixo doméstico e 71% dos entrevistados apontaram este tipo de embalagem como o mais adequado para carregar compras.
Assim, desenvolveu o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, com a idéia de comprometer os supermercados pelo Brasil a adotarem sacolas feitas de acordo com a norma ABNT 14.937 e identificadas com o Selo de Qualidade Abief-INP – entidades parceiras no Programa. Com isso, não há necessidade de se colocar uma dentro da outra ou de usá-las pela metade de sua capacidade. O programa também contempla um treinamento com os funcionários dos supermercados para que possam explicar ao consumidor sobre a melhoria na qualidade das sacolas e sobre a importância do uso responsável dessas embalagens.
Trata-se de uma ação de responsabilidade compartilhada – todos têm seu papel no consumo consciente. E os resultados estão aparecendo. Em 2007, o consumo de sacolinhas, no Brasil, foi de 17,9 bilhões. Já em 2008, passou para 16,2 bilhões e em 2009 foi de 15 bilhões, o que representa uma diminuição de 16,2% do início do Programa até agora. Na próxima semana, o Programa, que já está em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Goiânia (GO) Brasília (DF) e Salvador (BA), chegará ao Recife (PE).
• Ecomarketing x informações técnicas - ações como esta são importantes porque geram um comprometimento de todos, através da educação da população. E é somente pela educação que a sociedade vai conseguir perceber falsas promessas do chamado “ecomarketing”. É o caso das sacolas oxidegradáveis, um plástico que se diz biodegradável, mas que é, na verdade, um engodo ambiental já que somente se esfarela – e não se biodegrada – tornando-se um pó plástico, sem a menor possibilidade de se coletado e contaminando rios, lençóis freáticos e solos.
• Os plásticos foram feitos para durar – e que bom! Assim eles podem ser Reutilizados – o segundo R – diversas vezes. É o que a população faz com as sacolinhas plásticas. E é também o caso das ecobags - bolsas retornáveis para compras. Quando feitas de plástico, tornam-se mais fáceis de serem limpas, sem a utilização excessiva de água, evitam contaminações de resíduos das compras, são impermeáveis, além de práticos, econômicos, higiênicos e 100% recicláveis.
• E quando reutilizar não é mais possível, entra o terceiro R – o de Reciclar. Os plásticos são 100% recicláveis e a indústria da reciclagem no Brasil tem crescido ano a ano. Hoje, o País recicla 21,5% de sua produção de plásticos, enquanto a Alemanha (recordista em reciclagem no mundo) recicla 31% e a média da União Européia é de 18%. Ainda assim, é uma indústria que tende a crescer, com o incremento da coleta seletiva. Se a coleta no Brasil fosse mais efetiva, a indústria da reciclagem não atuaria como hoje, com 30% de sua capacidade ociosa por falta de material para ser reciclado.
A Plastivida promove ações de reciclagem de plásticos em geral e dá atenção especial ao Projeto Repensar Isopor®, material que poucos sabem ser 100% reciclável. Esse Projeto acontece em parceria com redes como Carrefour, Pão de Açúcar, Wal Mart, Magazine Luiza, Casas Bahia, Sociedade Alphaville / Tamboré (Avemare), Laboratório Roche, Brasbar e vem dobrando a cada ano.
• Reciclagem Energética - Mais de 30 países, como Alemanha e Japão, já resolveram o problema do lixo urbano com a Reciclagem Energética, um processo 100% limpo que transforma o lixo em energia e atua como complemento ao importante trabalho dos catadores e cooperativas para a reciclagem mecânica. O Brasil ainda não adotou esta tecnologia, mas ela está contemplada na Política Nacional de Resíduos Sólidos. A Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos tem trabalhado para viabilizar a reciclagem energética como solução para os resíduos sólidos das cidades brasileiras, transformando em energia todo o material que não é possível coletar e reciclar mecanicamente (como as sacolinhas que muitas vezes embalam o lixo doméstico da maioria das casas brasileiras).
A questão do lixo é complexa e exige não só a educação e o comprometimento da população, mas também ações concretas de governantes no sentido de dar uma destinação adequada aos resíduos sólidos, para que todo o esforço anterior não se perca. A Plastivida acredita que não existe milagre no que tange à preservação do nosso planeta. E que com o envolvimento de todos os resultados obtido podem ser muito maiores.
• Os plásticos presentes em nosso dia-a-dia - Muita gente não percebe, mas os plásticos participam direta e indiretamente de nossas vidas, desde a hora em que acordamos até a hora de irmos para cama. Características como versatilidade, maleabilidade, durabilidade e excelente custo-benefício, além de serem 100% recicláveis, tornam os plásticos insubstituíveis na vida cotidiana.
• Garantem a qualidade da água:
Os plásticos são responsáveis pela qualidade da água que bebemos. Estão presentes desde sua canalização, até a sua armazenagem em caixas d'água, cisternas e tanques estacionários, garantindo a potabilidade dessa água. Também são usados nos processos de saneamento básico e ambiental, protegendo a população contra doenças como cólera, diarréia, esquistossomose. Isso porque a maior parte dessas doenças é transmitida por água sem tratamento, esgotos a céu aberto, problemas que se agravam no caso de enchentes e desabamentos, por exemplo. Além dos conhecidos tubos e conexões, os plásticos também são usados em obras de contenção de erosão e deslizamentos, em forma de mantas e geomembranas, além de obras de preservação (assoreamento de rios, contenção de contaminação de solos e lençóis freáticos).
• Presentes no setor de alimentos:
Os plásticos participam de toda a cadeia dos alimentos. Estão presentes desde o plantio, na armazenagem de grãos (silos), na proteção das culturas, na melhoria da qualidade de frutas e verduras (coberturas de nãotecidos), até na proteção desses produtos para o transporte, evitando desperdício e perdas. Na prateleira do supermercado, são as embalagens – e nesse setor o plástico é líder - que preservam os alimentos, aumentam seu tempo de vida e ainda interferem na escolha do consumidor em função de seu visual. Finalmente, o alimento chega à nossa mesa e na de tantos outros brasileiros em função da democratização do consumo, na qual o plástico tem grande participação.
• A contribuição na redução de emissões:
Nos últimos 20 anos, o peso médio das embalagens e de centenas de utilidades domésticas caiu pela metade por terem plásticos em sua composição. Com o menor peso conferido, é menor a exigência de combustível no transporte, o que reduz as emissões de dióxido de carbono (destruidor da camada de ozônio e gerador do efeito estufa).
• Aplicado nos automóveis:
No decorrer dos anos, a indústria automobilística descobriu no plástico um material que conferia aos automóveis maior segurança, melhor performance, além da possibilidade de redução nas emissões em função da sua leveza. Um veículo moderno tem hoje mais de 50 quilos de plásticos nas mais variadas aplicações (pára-choques, painéis, estofamentos, forração, etc). Além disso, adventos como a nanotecnologia, que confere aos plásticos características como resistência ao impacto, proteção a aos raios UV, entre tantas outras, agregam valor ao produto final.
• Aplicação na medicina:
Nos anos 40, foram introduzidos os materiais descartáveis de plásticos na área médica, diminuindo o risco de infecções. Hoje, não é possível se imaginar qualquer procedimento de saúde - médico, dentário, veterinário – sem o uso de plásticos. Estão presentes nas bolsas que preservam o sangue, por exemplo. São encontrados nas aplicações mais simples (curativos e seringas descartáveis, por exemplo), assim como nas mais complexas (como cânulas e até mesmo corações artificiais). A esterilização dos ambientes também conta com a participação dos plásticos (vedação de salas limpas, filtração, etc), assim como as vestimentas e aparatos dos próprios funcionários (roupas de nãotecidos, máscaras, entre outras). Os plásticos são a solução para garantir a saúde aumentado a expectativa de vida da população.
• A participação na construção e arquitetura
Cada dia mais, os avanços da engenharia dão aos plásticos funções mais nobres na construção civil. São encontrados hoje tanto na parte estrutural - canos, tubos, telhas de cimento reforçado livres de amianto, revestimentos internos de paredes, - até na parte de finalização. Na arquitetura e decoração, estão presentes em pisos, esquadrias, batentes, entre outros, não apenas enfeitando os ambientes, mas também contribuindo na redução do consumo da energia usada no aquecimento das residências.
• Democratização da informação:
Outra área na qual os plásticos vêm desempenhando papel significativo é na tecnologia da informação. Nunca antes foi tão fácil ter acesso à informação e ao conhecimento e o plástico pode ser considerado um grande aliado nesse avanço. Ele vem contribuindo a cada dia no processo de democratizar a tecnologia, com sua presença cada vez maior em computadores, telefones celulares, etc.
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